Vazamento atual já supera o de 1989 na costa do Alasca, dizem EUA

Vazamento atual já supera o de 1989 na costa do Alasca, dizem EUA

Afirmação é da diretora do Serviço Geológico americano.
Desastre do Exxon Valdez derramou mais de 40 milhões de litros de óleo.
 
 O vazamento de petróleo no Golfo do México já é o pior na história dos Estados Unidos e superou o provocado pelo acidente do petroleiro Exxon Valdez no Alasca em 1989, que derramou mais de 40 milhões de litros de petróleo.
A afirmação foi feita hoje por Marcia McNutt, diretora do Serviço Geológico dos Estados Unidos, quem apontou que os cálculos preliminares assinalam que o poço aberto no Golfo já derramou entre 71 milhões e 147 milhões de litros de petróleo no mar desde o acidente em 20 de abril.
A agência calcula que derramaram no mar ao redor de 1,9 milhão de litros diários desde o acidente de 20 de abril na plataforma operada por British Petroleum (BP), muito acima dos 800 mil litros estimados pela multinacional britânica.
Na quarta-feira, a empresa iniciou ontem uma operação batizada em inglês de "top kill" para fechar o poço mediante a injeção de um fluído composto por uma mistura de água, argila e químicos, à qual se somarão depois camadas de cimento.
Guarda Costeira diz que vazamento parou nos EUA, mas BP não confirma
Poço no Golfo do México foi vedado, disse comandante americano.
Segundo a empresa responsável, operações continuavam.
 A Guarda Costeria afirmou que o vazamento de óleo no Golfo do México foi detido nesta quinta-feira (27). A informação é do comandante Thad Allen.
A British Petroleum, empresa responsável pelo poço que provocou o desastre ambiental, recusou-se a comfirnar a informação de que teria conseguido bloquear o fluxo de óleo.
 
 Um porta-voz da BP afirmou que "as operações continuam".
O procedimento para vedar o vazamento prevê a injeção de lodo e cimento, uma operação que nunca foi tentada a essa profundidade antes – o poço está 1,5 mil metros abaixo do nível do mar
 
Imagem postada no site da BP nesta quinta-feira (27) mostra o equipamento usado na tentativa de vedar o vazamento. (Foto: AP)
 O procedimento, conhecido como "top kill" foi autorizado pela Guarda Costeira na quarta-feira mesmo. A BP advertiu que demorará alguns dias em determinar se a operação finalmente irá funcionar.
No entanto, o comandante da Guarda Costeria já anunciou que o vazamento foi refreado. A dúvida é se o lodo e o cimento injetado serão capazes de conter a saída de petróleo e gás natural.
Demissão
A chefe do Serviço de Controle Mineral dos EUA, Liz Birnbaum, responsável por monitorar a exploração de petróleo no mar, renunciou, afirmou nesta quinta o secretário do Interior, Ken Salazar.
A informação foi divulgada durante audiência em subcomitê na Câmara de Representantes sobre o vazamento. Muitos parlamentares e grupos de defesa do ambiente culparam a frouxidão da regulação estatal pelo vazamento.
Salazar disse ao subcomitê que Liz foi "uma boa servidora pública".
 
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