Parque Nacional dos Abrolhos corre risco

Queremos chamar sua atenção para mais uma ameaça à biodiversidade no mar brasileiro. O avanço da exploração de petróleo ao redor do Parque Nacional dos Abrolhos pode colocar em risco este patrimônio natural.

Sua ação neste caso é urgente. O governo já licitou 13 blocos de exploração de gás e óleo na região. Agora, dez empresas nacionais e estrangeiras estão prontas para começar a cavar seus poços.

Para evitar que desastres como o do Golfo do México se repitam no Brasil e destruam ecossistemas marinhos únicos, contamos com seu apoio. O Greenpeace lançou uma campanha pela moratória do petróleo em Abrolhos.

Assine a petição e apoie a moratória do petróleo em Abrolhos

Esta petição será levada aos principais dirigentes das empresas petrolíferas e a representantes do governo. Pedimos a eles que abandonem seus planos de exploração em Abrolhos pelos próximos 20 anos. Isso permitirá que a sociedade discuta os riscos do petróleo na região.

A proposta de moratória envolve uma área de 93.000 km² ao redor do Parque Nacional Marinho dos Abrolhos, entre o litoral sul da Bahia e o norte do Espírito Santo. Excluir o petróleo desta área evitará que qualquer vazamento ponha em risco mais de 1300 espécies.

 

Para saber mais sobre Abrolhos, visite o site da campanha

Lugar de natureza exuberante e de corais de mais de 7 mil anos de idade, Abrolhos é também o pedaço de mar preferido das baleias jubarte, animal ameaçado de extinção.

Todos os anos, este mamífero viaja por milhares de quilômetros, desde a Antártida, para fazer das águas cálidas de Abrolhos seu ninho de amor. Agora, o petróleo pode atrapalhar este namoro.

Se você concorda com a preservação de Abrolhos e acha que as baleias devem namorar em paz, mostre seu apoio. Assine a petição e divulgue-a para seus amigos. Deixe que todos saibam a gravidade deste problema.

Obrigada!

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40 anos de Greenpeace

Greenpeace comemora 40 anos de vida. Foi no dia 15 de setembro de 1971 que um pequeno grupo de pessoas zarpou de Vancouver, no Canadá, numa traineira caindo aos pedaços e com uma ideia maluca na cabeça: impedir que os militares americanos detonassem uma bomba nuclear para testes na ilha de Amtchika, arquipélago das Aleutas, no Alaska.

O barco afundou antes de chegar ao seu destino. E o grupo atrapalhou, mas não impediu o teste. O aparente fracasso, no entanto, lançou a semente do que veio a ser a principal organização de defesa do meio ambiente do mundo. O segredo desse sucesso foi o elo que essa viagem de nascimento do Greenpeace estabeleceu entre seus ativistas e milhares de pessoas dispostas a apoiar suas iniciativas em favor da natureza.

É graças a esse elo que o Greenpeace nasceu e cresceu. E é por causa dele que a organização continua mais viva do que nunca. Hoje, o Greenpeace opera com escritórios em 40 países, e suas ações têm o apoio de 11,6 milhões de ciberativistas e quase 3 milhões de doadores espalhados pelo mundo. Por tudo isso, nesse aniversário, você também merece os parabéns.

Afinal de contas, sem sua participação, teria sido impossível completar os primeiros 40 anos dessa jornada. É com ela também que conseguiremos seguir em frente pelas próximas quatro décadas. E se você quiser dar um presente para o Greenpeace nessa data, é muito simples. Clique e assine a petição para manter a exploração petrolífera longe de uma das maiores jóias de biodiversidade do litoral brasileiro, os recifes de corais dos Abrolhos, na Bahia.

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Olá, mundo!

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Lixo é uma das causas da morte de animais marinhos em SP

Constatação é de pesquisadores do Aquário Municipal de Santos.
Nos últimos dias, cerca de 600 animais apareceram mortos na praia.
Pesquisadores do Aquário Municipal de Santos, no litoral de São Paulo, constataram que o lixo e a falta de alimento adequado estão entre as causas das mortes de alguns dos 600 animais marinhos encontrados nas praias da Baixada Santista nos últimos dias.
No início da semana, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) de Santos informou que o surgimento dos animais foi provavelmente motivado por causa de uma mudança climática brusca ocorrida no litoral gaúcho durante o último fim de semana. Entretanto, os laudos oficiais do Ibama deverão ser concluídos apenas na sexta-feira.
Embora seja comum o aparecimento de pinguins no litoral paulista nesta época do ano, vindos do inverno na Patagônia, os números de animais mortos são recordes e assustadores: 535 pinguins, 28 tartarugas, cinco golfinhos e algumas aves oceânicas, como atobás, fragatas, albatrozes e andorinhas-do-mar, apareceram mortos ou gravemente debilitados no litoral paulista desde o último dia 6. A cidade com o maior número de ocorrências foi Praia Grande, também no litoral sul, que possui mais de 20 km de praias.
 
 
As autópsias realizadas pelos veterinários do Aquário de Santos em 15 pinguins e uma tartaruga-verde (Chelonia mydas) revelaram que os animais ingeriram lixo, o que causou desequilíbrio energético. Os animais foram recolhidos já mortos na Praia da Gaivota, em Praia Grande, e em seus organismos foram encontrados parasitas e fungos.
"Na Patagônia, eles consomem anchoítas, que formam enormes cardumes, com centenas de milhares de peixes. Mas no litoral brasileiro, encontram sardinhas, bem mais ágeis que as anchoítas, em cardumes menores e mais espalhados", disse a veterinária, completando que a diferença na alimentação também facilitou o surgimento de doenças parasitárias.
 
 
Os veterinários do aquário divulgaram ainda que cerca de 60% dos animais debilitados morrem nas primeiras 48 horas. Mesmo assim, o aquário ainda mantém sob tratamento uma tartaruga-de-pente (Eretmochelys imbricata). Outros animais recolhidos estão sendo tratados no Centro de Reabilitação de Animais e Aves Marinhas, no Guarujá.
A morte dos animais encontrados no litoral paulista já comove a comunidade internacional. A revista norte-americana "Time" publicou a notícia em seu site na internet. A reportagem destaca o aparecimento de grande número de pinguins nas cidades de Praia Grande, Itanhaém e Peruíbe e afirma que os cientistas brasileiros ainda estão investigando o que ocasionou as mortes.
 
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Guarda ambiental encontra pinguins mortos na orla de São Vicente

Frente fria no litoral paulista pode ter matado ao todo 60 animais.
São 56 pinguins, um golfinho e três tartarugas, uma com mais de 100 kg.
 
 
Após a chegada de uma frente fria ao litoral de São Paulo, a guarda ambiental encontrou 60 animais marinhos na Praia Grande. São
56 pinguins, um golfinho e três tartarugas. A temperatura na região permanece entre os 13° e os 18° na Baixada Santista e entre os 9° e os 15° no Vale do Ribeira.
Na tarde de sexta-feira, uma tartaruga de cerca de 1 metro e meio e pesando mais de 100 quilos, de aproximadamente 20 anos, foi encontrada morta na Praia do Boqueirão, perto do Posto 2. Da espécie verde, o animal marinho foi encaminhado para a Escola de Educação Ambiental da Prefeitura.
Os guardas ainda encontraram morto um golfinho da espécie pintado do atlântico e mais 56 pinguins mortos, em diversos pontos da orla, entre os bairros Aviação e Solemar.
O guarda do Grupamento Náutico Fabio de Souza Rinaldi explicou que, no inverno, é comum surgir animais na orla. "Mas durante todo o ano temos ocorrências, principalmente de aves migratórias", ressaltou. "As causas das mortes desses animais ainda serão apuradas pelos profissionais responsáveis".
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Centenas de animais marinhos surgem mortos em praias de SP

 

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Mais de 200 animais marinhos foram encontrados mortos nas areias das praias da Baixada Santista e Litoral Sul de São Paulo entre sexta-feira (16/07/10) e sábado (17/07/10).

Só neste sábado foram encontrados mais de 120 pinguins, três tartarugas e outras cinco aves marinhas em Peruíbe. Outros 22 animais foram achados mortos em Praia Grande. Técnicos investigam a causa da mortandade, que pode estar ligada à frente fria associadas a correntes marítimas.
Um dia antes, 56 pinguins, três tartarugas e um golfinho foram recolhidos sem vida em
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Praia Grande. Apenas uma tartaruga sobreviveu e foi encaminhada para o Aquário de Santos.
Em Iguape, no Litoral Sul, os que conseguem sobreviver recebem o atendimento da Polícia Ambiental. Biólogos e técnicos fizeram o reconhecimento das espécies. Os pesquisadores vão encaminhar alguns animais para a Universidade de São Paulo, onde serão feitos estudos para identificar a causa do número elevado de mortes. 
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VAZAMENTO COMPLETA 85 DIAS

Os especialistas querem determinar a pressão registrada no poço. Se for muito baixa durante as seis primeiras horas, ou forem detectadas fugas em outras áreas do poço, a BP pode decidir que a peça não tem a resistência suficiente para vedar o poço totalmente.BP inicia teste decisivo para tentar acabar com vazamento de petróleo após 85 dias
 
A BP iniciou na tarde de hoje (13/07/2010) os testes de pressão sobre a nova tampa instalada no poço da petroleira danificado no golfo do México. Com o teste, a BP espera conter o vazamento 85 dias após o início do maior desastre ambiental na costa dos Estados Unidos, afirmou o almirante da Guarda Costeira Thad Allen.
 
Os especialistas querem determinar a pressão registrada no poço. Se for muito baixa durante as seis primeiras horas, ou forem detectadas fugas em outras áreas do poço, a BP pode decidir que a peça não tem a resistência suficiente para vedar o poço totalmente.
 

Se a pressão for alta, a BP continuará supervisionando a situação durante aproximadamente 42 horas a mais, para ver se a nova peça resiste, explicou Allen. Se os resultados das provas forem positivos, a empresa pode então fechar o fluxo de petróleo de maneira gradual.

O objetivo é comprovar que o novo dispositivo pode resistir pelo menos meia tonelada por centímetro quadrado.

Se a peça não puder aguentar as altas pressões, em vez de fechar o poço completamente, o petróleo será desviado a navios da superfície marinha, como estava sendo feito nas últimas semanas.

Até que a nova peça tenha êxito e sele o poço, a solução será tratada apenas como provisória.

O remédio definitivo chegará quando ficar pronto o poço auxiliar que é perfurado pela BP, através do qual será injetada uma solução de cimento e barro pesado, que acabará com o vazamento definitivamente.

Espera-se que o poço auxiliar esteja pronto em 27 de julho, alguns dias antes do calculado inicialmente.

Segundo a Agência Internacional de Energia (AIE), o derramamento jorrou o equivalente a 2,3 e 4,5 milhões de barris de petróleo no Golfo até agora. o dispositivo de contenção de 40 toneladas está no fundo do mar, a uma profundidade de 1.600 metros da superfície.

 

Óleo chega à região costeira dos EUA

 

Animais são afetados pelo vazamento

Compare o tamanho da mancha de petróleo

 

 

Assista ao vivo

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